top of page
Advocacia Especializada
Todos
Partilha de bens no divórcio: o que é dividido e o que fica fora
Um dos pontos que mais gera conflito no divórcio é a divisão do patrimônio. Muitos casais chegam à separação sem saber exatamente o que precisa ser partilhado e essa falta de clareza costuma transformar um processo que poderia ser simples em uma disputa longa e desgastante. O ponto de partida: qual é o regime de bens A partilha de bens no divórcio depende diretamente do regime de bens vigente no casamento. O regime mais comum no Brasil é a comunhão parcial, aplicado automatic

patricia Leandro Da Silva
15 de jun.
Divórcio com Filhos Menores: Como garantir um processo ágil e protetivo
O mito da demora excessiva Existe um senso comum de que a presença de filhos menores obriga o casal a enfrentar anos de litígio na justiça. Embora a lei exija a participação do Ministério Público para resguardar os interesses dos menores, o divórcio não precisa ser sinônimo de lentidão. O caminho do Consenso Quando o casal opta pelo divórcio consensual, o papel do advogado é estruturar um acordo sólido que contemple: Guarda e Convivência: Definindo rotinas que respeitem o d

patricia Leandro Da Silva
20 de mai.


Preciso vender um bem para pagar o inventário. E agora?
O processo de inventário, embora necessário, exige um aporte financeiro imediato que nem sempre os herdeiros possuem. Diante de impostos elevados (ITCMD) e custas processuais, a venda de um dos bens do falecido surge como uma solução viável e legal. O que é o Alvará Judicial? No inventário judicial, o juiz pode expedir um documento chamado Alvará, autorizando o inventariante a vender um bem específico antes da sentença final. O valor da venda costuma ser depositado em conta

patricia Leandro Da Silva
30 de abr.
Herdei dívidas: Preciso pagar com meu próprio dinheiro?
Um dos mitos mais persistentes no Direito de Família e Sucessões é o de que os filhos ou cônjuges são obrigados a quitar as dívidas do falecido. Juridicamente, a resposta é negativa: os herdeiros não respondem por encargos superiores às forças da herança. O papel do Espólio Até que a partilha seja finalizada, o patrimônio do falecido é considerado uma unidade chamada "Espólio". É este espólio que detém a responsabilidade de honrar os compromissos financeiros pendentes, sejam

patricia Leandro Da Silva
15 de abr.
Divórcio e Partilha: O que é seu, o que é meu e o que é nosso?
No momento do divórcio, a partilha de bens costuma ser o ponto de maior conflito. Entender as regras do jogo é fundamental para evitar que um momento doloroso se torne também um prejuízo financeiro. 1. O Regime de Bens como Norteador O regime escolhido (ou imposto pela lei) no momento do casamento é o que dita as regras da partilha. Se você não fez um pacto antenupcial, provavelmente seu regime é o de Comunhão Parcial de Bens. Nele, comunicam-se os bens que sobrevierem ao ca

patricia Leandro Da Silva
7 de abr.
Inventário no Cartório: Como realizar a partilha de bens sem processo judicial
O inventário não precisa ser sinônimo de processo demorado no fórum. Existe um caminho mais célere e moderno: o Inventário Extrajudicial , realizado diretamente no Cartório de Notas. Quem pode optar por essa via? Para que o inventário seja feito em cartório, é necessário preencher três requisitos fundamentais: Consenso: Todos os herdeiros devem estar de acordo com a divisão dos bens. Capacidade: Todos os envolvidos devem ser maiores de idade e capazes. Assistência J

patricia Leandro Da Silva
1 de abr.
Por que você não deve esperar para fazer o inventário
Após o falecimento de um ente querido, além do impacto emocional, a família precisa lidar com questões jurídicas importantes e uma das principais é o inventário. O que muitos não sabem é que existe prazo legal para sua abertura, e o atraso pode gerar custos adicionais relevantes. Prazo legal para abertura do inventário depende muito do Estado em que será realizado. No Estado de São Paulo, o inventário deve ser iniciado em até 60 dias contados do falecimento. O descumprimento

patricia Leandro Da Silva
25 de mar.
Quem não registra não é dono: entenda os riscos de morar em imóvel irregular
Uma situação muito comum no Brasil é a existência de imóveis que foram comprados, construídos ou transmitidos entre familiares, mas que nunca foram devidamente registrados no Cartório de Registro de Imóveis. Embora muitas pessoas acreditem que o contrato de compra e venda ou o tempo de moradia seja suficiente para garantir a propriedade, juridicamente isso não é correto. O artigo 1.245 do Código Civil estabelece que a propriedade imobiliária somente se transfere com o registr

patricia Leandro Da Silva
14 de mar.
Patrimônio em nome de falecido exige regularização formal
Bens que permanecem registrados em nome de pessoa falecida não podem ser livremente administrados. Sem inventário, o patrimônio permanece juridicamente indefinido, o que impede atos como venda, financiamento ou reorganização patrimonial. O inventário é a medida jurídica necessária para formalizar a transmissão dos bens aos herdeiros e garantir segurança jurídica na partilha. A condução adequada desde o início assegura organização patrimonial estruturada e definição clara dos

patricia Leandro Da Silva
3 de mar.


Inventário é fase de decisão
Iniciar um inventário significa assumir decisões que impactam patrimônio, direitos e relações familiares. Não se trata de esclarecer dúvidas pontuais, mas de estruturar juridicamente a partilha de bens com responsabilidade técnica. A condução adequada desde o início evita insegurança patrimonial e garante organização jurídica completa do caso. Demandas dessa natureza exigem acompanhamento profissional formal e definição clara de atuação.

patricia Leandro Da Silva
27 de fev.


Inventário exige planejamento jurídico desde o início
O inventário é um procedimento jurídico que envolve muito mais do que a simples formalização da partilha de bens. Trata-se de uma decisão patrimonial estruturante, que impacta diretamente a organização do patrimônio, os direitos sucessórios e a segurança jurídica dos envolvidos. Desde o início, o inventário exige análise técnica cuidadosa, pois as escolhas feitas nessa fase produzem efeitos permanentes. A definição da forma adequada de condução, a organização dos bens, a veri

patricia Leandro Da Silva
16 de fev.
Divórcio extrajudicial: quando o fim não precisa ser uma guerra
O término de um casamento, por si só, já é um momento delicado. Transformá-lo em um processo longo e desgastante nem sempre é necessário e, em muitos casos, nem é a melhor escolha. O divórcio extrajudicial, realizado por meio de escritura pública em cartório, é uma alternativa prevista em lei e amplamente utilizada quando existem condições legais para isso. Quando o divórcio extrajudicial é possível? De forma geral, essa modalidade exige: consenso entre as partes quanto ao d

patricia Leandro Da Silva
4 de fev.
Regularização de Imóvel através de Usucapião
Segurança jurídica para quem exerce a posse há anos Morar em um imóvel por longo período sem que ele esteja formalmente registrado em seu nome é uma situação mais comum do que se imagina e que pode gerar riscos patrimoniais relevantes se não for devidamente regularizada. A usucapião é um instrumento previsto na legislação brasileira que permite a aquisição da propriedade por meio da posse prolongada, desde que atendidos rigorosamente os requisitos legais, os quais variam con

patricia Leandro Da Silva
3 de fev.
O fardo invisível do divórcio
Muitas mulheres chegam até o escritório assim como na primeira imagem. Carregando um peso que não é apenas jurídico. Chegam exaustas, confusas, com medo do que virá, inseguras sobre direitos, futuro, filhos, patrimônio e até sobre si mesmas. Não é só o fim de um relacionamento. É a ruptura de uma vida que foi construída, e que agora precisa ser reorganizada. Aqui, o Direito não apaga histórias. Ele organiza caminhos. O peso não desaparece por completo. Mas deixa de ser um far

patricia Leandro Da Silva
23 de jan.


Existe prazo para abrir o inventario?
Sim. Porém esse prazo é determinado por lei Estadual. Isso quer dizer que cada Estado pode ter prazos, alicotas e penalidades por atrasos difetentes. No Estado de São Paulo o prazo legal para abertura do inventário é de 60 dias, contados a partir da data do falecimento , conforme o Código de Processo Civil. O descumprimento desse prazo pode gerar multa, e quanto maior o tempo de atraso, maior o percentual cobrado. Além das penalidades fiscais, a ausência de inventário impe

patricia Leandro Da Silva
17 de jan.


Seguro de vida no inventário? Entenda como funciona
Uma dúvida muito comum no planejamento sucessório diz respeito ao seguro de vida e à sua relação com o inventário. A resposta é objetiva: o seguro de vida não integra a herança. De acordo com o artigo 794 do Código Civil, o capital do seguro de vida não se sujeita às dívidas do falecido e não entra no inventário, razão pela qual não é partilhado entre os herdeiros, salvo em situações específicas previstas em lei. Quem recebe o seguro de vida? O valor do seguro de vida é pago

patricia Leandro Da Silva
12 de jan.
bottom of page